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O ano de Bill Skarsgärd

Reinaldo Glioche

Ele é o patinho feio do clã Skarsgård, família sueca de atores que se mostrou bem-sucedida em Hollywood. O principal papel de Bill Skarsgärd em Hollywood, até 2024, havia sido o do palhaço Pennywise na versão moderna de “It – A Coisa”.

Neste ano, porém, o ator de 33 anos é o protagonista de três filmes com muito potencial comercial, além de serem projetos artísticos interessantes. A maquiagem continua sendo um elemento cabal nos personagens que Bill assume no cinema americano, como é o caso da refilmagem de “Nosferatu”, em que vive o papel título e tem estreia programada para o fim do ano.

Antes, porém, ele poderá ser visto em “O Corvo”, nova versão do cult maldito dos anos 90, que estreia no dia 6 de junho. Esse trabalho, em particular, gera expectativas e controversas por ser uma nova versão para o filme que Brandon Lee, o filho de Bruce Lee, morreu durante a gravação de uma cena.

Dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o longa acompanha Eric Draven (Bill Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster, (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança. O trailer pode ser conferido mais abaixo.

O terceiro projeto ratifica o caráter atlético de Bill, que em 2023 foi atração no 4º filme da franquia “John Wick”. Em “Contra o Mundo”, que estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, Skarsgård estrela como ‘Garoto’, que jura vingança depois que sua família é assassinada por Hilda Van Der Koy (Fanke Janssen), a matriarca de uma dinastia pós-apocalíptica corrupta que deixou o menino órfão, surdo e sem voz. Impulsionado por sua voz interior, que ele emprestou de seu videogame favorito de infância, Garoto treina com um misterioso xamã para se tornar um instrumento de morte e é solto na véspera do abate anual de dissidentes. Quando Garoto causa um caos sangrento nas artes marciais, incitando uma ira de carnificina, ele se junta a um grupo de resistência.

O projeto, caracterizado pela ação hiperbólica, é mais um derivado do sucesso da franquia “John Wick” e essencial para que Bill Skarsgård sedimente uma carreira mais oxigenada no cinema americano.

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