Redação Culturize-se

A Bienal do Livro Rio, maior festival de Literatura, Cultura e Entretenimento do país, promete encantar o público em sua edição de 2025, que acontece entre os dias 13 e 22 de junho no Riocentro, na Barra da Tijuca. Com uma programação diversa e atrações imersivas, o evento reúne autores consagrados e novos talentos, nacionais e internacionais, em um espaço que celebra a pluralidade e o poder transformador da leitura.
Entre os destaques internacionais estão o norte-americano G.T. Karber, autor do best-seller “Murdle”, que desembarca no Palco Apoteose no dia 21 de junho, e a britânica Cara Hunter, conhecida por seus thrillers psicológicos, que se apresenta no mesmo palco no dia 19. Da América Latina, o argentino Pedro Mairal, premiado por “A Uruguaia”, marca presença no Café Literário, que celebra 25 anos de existência.
No cenário nacional, nomes como Jeferson Tenório, que aborda questões raciais e sociais, e Ana Claudia Quintana Arantes, especialista em cuidados paliativos, reforçam a diversidade temática do evento. O filósofo Mario Sergio Cortella e o autor best-seller Junior Rostirola, de “Café com Deus Pai”, também estão confirmados, assim como Paula Pimenta, ícone da literatura juvenil, e Iberê Thenório, do canal “Manual do Mundo”, que une ciência e entretenimento.
A curadoria da Bienal, comandada por nomes como Thalita Rebouças, Lázaro Ramos e Sidney Gusman, garante uma programação plural e representativa. O evento também se destaca por suas atrações interativas, como o Book Park, que inclui uma roda-gigante literária e um labirinto de histórias, além de um escape room temático e o espaço Páginas na Tela, que conecta literatura e audiovisual.
Com o Rio de Janeiro prestes a se tornar a primeira cidade de língua portuguesa a ser nomeada Capital Mundial do Livro em 2025, a Bienal reforça seu papel como um espaço de celebração e transformação por meio da leitura. Como afirma Tatiana Zaccaro, diretora da GL events Exhibitions, responsável pelo evento: “Queremos que cada visitante se sinta representado e inspirado, encontrando na Bienal um lugar de aprendizado e celebração da literatura em todas as suas formas”.