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Liniker desafia convenções do pop com “Caju”

Redação Culturize-se

Liniker
Foto: Caroline Lima

A cantora e compositora paulista Liniker, 29 anos, acaba de lançar seu segundo álbum solo, intitulado “CAJU”, um trabalho que marca uma nova fase em sua carreira e explora diversas facetas musicais. O disco, disponibilizado em todas as plataformas de streaming de áudio em 19 de agosto, apresenta 14 faixas que mesclam gêneros como pop, samba, jazz, house, pagode, arrocha, disco e reggae.

“CAJU” não é apenas o título do álbum, mas também o alter ego criado por Liniker para este projeto. A artista explica que esta personagem nasceu de um desejo de se enxergar com mais carinho e segurança após quase uma década de carreira. “Por muito tempo, eu me vi no vórtice de ‘preciso provar quem eu sou’, ‘preciso ser validada’… CAJU nasce dessa força de querer me enxergar com mais carinho”, revela a cantora.

O novo trabalho conta com participações especiais de artistas renomados como Lulu Santos, BaianaSystem, ANAVITÓRIA, Pabllo Vittar e Priscila Senna, entre outros. A produção musical é assinada pela própria Liniker, Fejuca e Gustavo Ruiz, o mesmo trio responsável pelo seu álbum de estreia solo, “Indigo Borboleta Anil” (2021), que lhe rendeu um Grammy Latino.

Contrariando as tendências atuais da música pop, “CAJU” apresenta um formato mais extenso, com uma hora e nove minutos de duração total, incluindo três faixas consecutivas com mais de 7 minutos cada. A artista optou por gravar o álbum de forma analógica, criando uma textura sonora especial que pode ser percebida ao longo do trabalho.

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Em uma entrevista recente ao programa “Foquinha Entrevista”, Liniker anunciou que está produzindo um documentário sobre o processo de criação do álbum. “Vão poder entender como é feito o disco. Quero dar a experiência ao público de viver comigo um processo criativo”, afirmou a cantora, revelando que convidou a documentarista baiana Safira Moreira para dirigir o projeto.

Com “CAJU”, Liniker demonstra sua versatilidade musical e maturidade artística, oferecendo aos fãs um trabalho rico em arranjos e colaborações. A artista resume o significado do álbum: “Eu sinto que CAJU é uma fotografia do meu momento agora. Hoje, eu tenho essa história para dividir publicamente.”

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