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Tulipa Ruiz e YEHAIYAHAN lançam faixas bilíngues e reafirmam elo cultural entre Brasil e China

Redação Culturize-se

A cantora e compositora brasileira Tulipa Ruiz e a artista multimídia chinesa YEHAIYAHAN lançaram, neste mês de outubro, as canções “Alongo” e “Caule de Bambu”, acompanhadas de videoclipes bilíngues dirigidos pelo cineasta Filipe Franco. As faixas nasceram em 2020, durante uma residência artística na província de Yunnan, no sudoeste da China, promovida pelo projeto China Tropical, com apoio da Embaixada do Brasil no país asiático.

As músicas, produzidas por Tulipa, YEHAIYAHAN e o produtor Gustavo Ruiz, vencedor de dois Grammys Latinos e novamente indicado em 2025, refletem o espírito colaborativo da iniciativa, marcada pela troca cultural e pela fusão de sonoridades. Gravadas originalmente durante a imersão artística, as canções ganharam nova vida cinco anos depois, em um mundo que busca reconstruir pontes e fortalecer diálogos interculturais.

Os videoclipes, disponíveis no YouTube e nas principais plataformas digitais chinesas, traduzem visualmente a proposta das faixas: um encontro entre natureza, tecnologia e espiritualidade, em imagens que cruzam fronteiras linguísticas e simbólicas. Franco, que já venceu o Prêmio Multishow de Melhor Videoclipe com “TU”, de Tulipa Ruiz, assina a direção com uma abordagem sensorial, explorando a luz e os movimentos como extensões das canções.

Em paralelo ao lançamento, Tulipa embarcou em uma turnê pela China ao lado de Gustavo Ruiz e Filipe Franco. A artista se apresenta em palcos de destaque, como o Montreux Jazz Festival China, o JZ Festival Shanghai e o Lincoln Center Shanghai, além de clubes e centros culturais. Tulipa também foi convidada para representar o Brasil no Fórum de Artes de Liangzhu, que reúne criadores e pensadores de todo o mundo em torno dos temas arte, sustentabilidade e patrimônio cultural.

A parceria Brasil-China deve seguir em 2026 com o lançamento de um documentário dirigido por Filipe Franco, reunindo registros inéditos feitos em 2020 e 2025; um retrato de longa duração sobre o poder da arte como linguagem universal e ponte entre culturas.

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