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Juventude desiludida é o foco de “Sofia Foi”

Reinaldo Glioche

Foto: Divulgação

“Sofia Foi” marca a estreia de Pedro Geraldo na direção de longas-metragens. O filme retrata um dia na vida de Sofia, uma jovem solitária e sem-teto que vaga pelos espaços da Universidade de São Paulo. Agarrada às suas memórias e ao seu talento como tatuadora, a protagonista busca seu lugar em um mundo que parece não ter espaço para ela.

A obra, que conquistou o prêmio de Melhor Primeiro Filme no FIDMarseille 2023, chega aos cinemas brasileiros em 19 de setembro pela Sessão Vitrine Petrobras, programa que promove o cinema independente brasileiro. Com um olhar sensível, o filme explora os conflitos internos de Sofia, contrastando sua vulnerabilidade diante dos amplos espaços vazios com sua capacidade de florescer em pequenos momentos de conexão.

Sofia Tomic, conhecida por seu trabalho em “A Sentença”, não apenas interpreta a protagonista, mas também co-assina o roteiro com Geraldo, além de atuar como diretora de arte, produtora e contribuir na captação de som. Esta produção enxuta reflete a visão fresca e delicada de uma equipe que compreende intimamente a experiência de ser jovem em São Paulo, onde as aspirações muitas vezes colidem com a dura realidade urbana.

O filme oferece um retrato comovente da juventude contemporânea, capturando a tensão entre esperança e desilusão que permeia a vida na metrópole.

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