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Plataforma mapeia artistas negros no Brasil

Redação Culturize-se

Obra "Os Pardos Também Amam"
Obra “Os Pardos Também Amam” (2021), de Paty Wolff | Foto: Divulgação

O Projeto Afro, liderado pelo curador Deri Andrade, consolidou-se como a principal plataforma de mapeamento e difusão de artistas visuais negros no Brasil. A atuação remete a 2018, mas a pesquisa começou um ano antes.

Em 2023, com o apoio do Instituto Ibirapitanga, a plataforma expandiu seu alcance, aumentando significativamente o número de artistas mapeados. Inicialmente contando com 184 artistas, o Projeto Afro agora reúne 327, representando um crescimento notável de 77,7%. Entre os novos integrantes, destacam-se nomes consagrados como Panmela Castro e André Vargas, além de novos talentos como Manauara Clandestina, Guilhermina Augusti e muitos outros.

O site oferece perfis detalhados dos artistas, incluindo informações sobre trajetórias, exposições e acervos de museus que abrigam suas obras. A busca é facilitada por dados geográficos, ano de nascimento e técnicas artísticas. Além disso, o Projeto Afro disponibiliza uma seleção de artigos acadêmicos, dissertações e teses relacionadas ao tema, proporcionando uma visão abrangente e interdisciplinar.

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