Redação Culturize-se | Fotos: Divulgação; Allure 01/08/2025
Parece que para onde quer que se olhe na cultura pop atual, lá está Pedro Pascal. Onipresente, o ator chileno de 50 anos é o grande querido da internet. Versátil, estiloso e carismático, Pascal é muito fácil de se gostar.
Criado nos Estados Unidos como refugiado político, Pascal construiu uma trajetória marcada pela persistência, diversidade de papéis e uma relação franca com as contradições da fama e da indústria do entretenimento
Por duas décadas, Pascal foi um ator de apoio em filmes e séries, até que, em 2014, tudo mudou com sua aparição como Oberyn Martell na quarta temporada de "Game of Thrones". Com carisma desmedido e uma presença cênica magnética, ele transformou um papel coadjuvante em um dos mais lembrados da série da HBO.
Nos anos seguintes, vieram papéis que consolidaram sua posição em Hollywood. Como Javier Peña em "Narcos" (Netflix), o ator chileno-americano deu vida ao agente da DEA que combateu o cartel de Pablo Escobar. Em 2019, ele assumiu o protagonismo de "The Mandalorian" (Disney+), série do universo Star Wars.
Em 2023, Pascal protagonizou mais um fenômeno da cultura pop: "The Last of Us", adaptação do aclamado videogame da Naughty Dog. Interpretando Joel Miller, ele emocionou audiências com uma performance contida, mas profunda, ao lado de Bella Ramsey. O papel lhe rendeu um SAG.
Além desses icônicos trabalhos na Tv, o ator passou a ser visto com mais frequência no cinema. Vieram papeis como o vilão de "Mulher-Maravilha 1984" e o fã de Nicolas Cage em "O Peso do Talento".
Em 2025, além da participação na 2ª temporada de "The Last of US", encabeça o elenco de "Quarteto Fantástico", da Marvel, e é parte do triangulo amoroso de "Amores Materialistas" - circunstância que ratifica seu apelo em ascensão na cultura pop.
Fora das telas, Pedro Pascal é conhecido por seu posicionamento político progressista e por abraçar com carinho sua base de fãs LGBTQIA+. Em diversas entrevistas, já comentou sobre a importância da representatividade na mídia.
Combinando talento, carisma e convicções firmes, Pedro Pascal tornou-se mais que um astro. Legitimou-se como um símbolo de como Hollywood pode, sim, mudar seus paradigmas.