Nada de Anitta: com “Tá OK”, funk ganha o mundo

Reprodução/Instagram @denisdj

O funk carioca já é conhecido no mundo, mas nos últimos meses, alcançou um novo patamar com “Tá OK”, parceria de Kevin O Chris com Dennis. Lançada em maio, a faixa passou mais de um mês no 1º lugar das paradas do Spotify Brasil. Globalmente, chegou ao top 40, e já acumula mais de 12 milhões de plays na plataforma.

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A música chegou às paradas de lugares inesperados, como Marrocos, Suíça, Angola, Luxemburgo, e caiu no gosto internacional. Karol G é uma das cantoras que já se rendeu ao hit e postou um vídeo no Instagram ouvindo o sucesso.

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Em breve, a música vai ganhar um remix internacional. O cantor colombiano Maluma já mostrou em suas redes uma prévia da versão brasileira com seus versos em espanhol.

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O clipe de “Tá OK”, gravado na comunidade carioca de Tijuquinha, tem mais de 45 milhões de visualizações. Com a participação do influencer Xurrasco, também está nas paradas do Youtube de clipes mais assistidos no mundo, atualmente ocupando a 52ª posição.

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Segundo Dennis, a ideia era fazer uma música que lembrasse as batidas que dominaram o funk dos anos 2000. A canção, composta em 30 minutos, tem apenas 1 minuto e 30 segundos, também por decisão de Dennis.

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O “hit de 1 minuto” parece ser outra tendência das paradas brasileiras. Justamente por isso, o DJ optou por não dobrar a faixa. “Funk raiz”, o tempo e o refrão repleto de “toma” podem ser o grande trunfo da música, fácil de acompanhar, e impossível não dançar.

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Curiosamente, na mesma época, Anitta lançou sua nova faixa de funk, e como é de costume no momento atual da carreira da cantora, a expectativa era emplacar “Funk Rave” globalmente.

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Com cara de “brasilidade”, havia alta expectativa em torno do lançamento, tanto por ser o 1º com a nova gravadora, como pelas imagens de bastidores do clipe, também gravado em uma comunidade carioca.

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Mas a mistura de idiomas, com refrão em inglês, além da união das batidas do funk com música eletrônica, fez com que a faixa não tivesse o mesmo impacto que “Tá OK”, e nem chegou perto de fazer o sucesso internacional que o hit de Kevin O Chris fez organicamente.

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Kevin O Chris, porém, nega competição, e acredita que o movimento do funk se fortalece quando mais artistas ganham o mundo. O funkeiro, inclusive, está com a agenda de julho cheia e tem datas até em Portugal.

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