Como a arte transcendeu a decoração para se tornar elemento central da identidade dos ambiente
Redação Culturze-se Fotos: Divulgação; IA | 28/05/2026
Obras de arte — pinturas, esculturas, fotografias e peças têxteis — tornaram-se parte central na construção de atmosfera e identidade dos ambientes, criando narrativas, sensações e conexões emocionais entre espaços e pessoas.
Para os arquitetos do escritório Spuma, a obra de arte atribui profundidade, identidade e emoção ao espaço. Mais do que complemento estético, introduz narrativa e cria conexão sensível entre ambiente e vivência.
A escola das obras responde a luz natural, materiais, escala e experiência sensorial desejada. Em projetos minimalistas, a arte tensiona o espaço com sutileza; em ambientes densos, reforça a atmosfera e o conceito.
Luz correta evidencia textura, profundidade, relevo e materialidade. Ajustes de intensidade, temperatura de cor e direção transformam a leitura da obra e criam pontos de contemplação no ambiente.
No projeto do Spuma, a obra de Sergio Lucena ocupa posição central sob claraboias, em paleta neutra. A pintura dialoga com a luz natural e um objeto espelhado reflete fragmentos da obra, conectando arte, arquitetura e matéria de forma sensorial.
A arte não deve ser mero preenchimento visual. Precisa estabelecer diálogo com a arquitetura, mas manter autonomia e presença própria, transformando ambientes em espaços mais duradouros e afetivos.