Redação Culturize-se Fotos: IA | 28/05/2026
A morte de um amigo português sem parentes no Brasil leva o grupo de frequentadores do Bar do Susso a organizar o velório e passar a madrugada no salão paroquial. O frio e a escassez de piotas levam à bebida. Todos acabam no bar — inclusive o morto .
Sergio Riede, jornalista, escritor e bancário aposentado, aos quase 70 anos, desenvolve crônicas entre 2024 e 2025. Já havia publicado "Câncer, eu? Memórias alegres de um medo profundo" (2020), sobre seu diagnóstico de câncer de próstata.
"Ninguém Solta a Alça do Caixão de Ninguém" reúne 206 páginas de crônicas que atravessam finitude, morte e amizade. Cada texto parte de um pensamento de Millôr Fernandes e expande para uma miscelânea de assuntos contemporâneos.
Seis textos venceram o concurso Boleiros do Selo Off Flip 2026, nas categorias Contos e Crônicas. Outras duas produções integrarão a antologia "Guerra e Paz", com lançamento em julho em Paraty.
Relacionamentos com Inteligência Artificial, sucesso do cinema nacional, conquistas da seleção feminina de futebol, efeitos do tempo, política e envelhecimento. Referências a Verissimo, Braga, Sabino, Paulo Freire e Ney Matogrosso são temas da obra.
Leveza, ironia e inquietação como ferramentas para questionar amor, política e arte. Textos que partem do cotidiano e reverberam em experiências coletivas — como a citação sobre soberania, dignidade humana e cuidado com o planeta.