De forma real e, às vezes, dura, Ferrante questiona o papel de uma boa mãe, a relação entre maternidade, falicidade, desejo, trabalho. O tema é tão irraigado em seu trabalho que se espalha para além da tetralogia. Em “A Vida Mentirosa dos Adultos” ela retoma a ideia da maternidade, dessa vez pelo olhar de uma jovem entrando na adolescência.